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Fome Física e Fome Emocional: Entendendo as diferenças

Você já se pegou devorando uma barra de chocolate depois de um dia estressante? Ou talvez tenha sentido seu estômago roncando alto quando estava ocupado demais para fazer uma refeição adequada? Esses são momentos em que a fome pode confundir nossos sinais internos. Mas sabia que existe uma diferença entre fome física e fome emocional?

O que é Fome Física?

A fome física é quando nosso corpo precisa de comida para obter energia e nutrientes. É aquela sensação de vazio no estômago, o estômago roncando ou até mesmo sentir tontura quando passamos muito tempo sem comer. É o corpo nos dizendo: “Ei, preciso de combustível aqui!”.

E a Fome Emocional?

Já a fome emocional é quando comemos não por necessidade física, mas sim para preencher uma necessidade emocional. Por exemplo, podemos nos encontrar devorando uma sacola inteira de salgadinhos depois de uma briga com um amigo, mesmo sem estarmos realmente com fome. É como se a comida fosse um remédio temporário para nossos sentimentos.

Como Distinguir Entre as Duas?

É importante aprender a reconhecer os sinais do seu corpo. Se você está com fome física, seu estômago pode roncar e você pode sentir fraqueza. Já a fome emocional geralmente vem de repente, sem sinais físicos óbvios, e muitas vezes traz desejos por alimentos específicos.

O Que Fazer Então?

Quando sentir fome, tente parar e se perguntar: “Estou com fome de verdade ou estou buscando conforto emocional?”. Se for fome física, alimente-se com uma refeição equilibrada. Se for fome emocional, procure maneiras saudáveis de lidar com suas emoções, como dar um passeio, meditar ou conversar com alguém de confiança.

Entender a diferença entre fome física e fome emocional pode ajudar você a desenvolver uma relação mais saudável com a comida e consigo mesmo. Então, da próxima vez que sentir aquela vontade irresistível de comer algo, pare e se pergunte: “O que estou realmente precisando agora?”.

 

 

Referência Bibliográfica

Koller, Olívia Garbin Qual é a sua fome? Uma revisão narrativa sobre o “comer intuitivo” e seus efeitos na saúde. Porto Alegre, 2019.

Nutricionista Tatiana Oliveira

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